16 de mar. de 2011

Resgate Além Fronteira – Irmandade Niveira em Ação




“ Ediberto” para alguns, ou o “Vermelhinho Russo” para outros, de apenas 16 aninhos, o Lada Niva da nossa amiga “NIVEIRA” Edna Diniz Medeiros, passou um perrengue entre os dias 28/12/2010 a 14/01/2011 durante sua viagem ao Uruguai, foi a sua primeira aventura “Nivesca” internacional.

Vermelhinho Russo ou Ediberto


Com experiências em viagens domésticas e incursões entre o Baixo São Francisco, Serra da Canastra, Estrada Real, região serrana, sul de Minas Gerais, além de todo o litoral do Espírito Santo e Rio de Janeiro, achou que estava mais que na hora do Niva Grená de romper as divisas do Mercosul.

Arrumando as tralhas...


Excitados com a aventura por vir e pelo o atraso do casal amigo, partiram por volta das 16 horas, a “Niveira” Edna, seu namorado Roberto, Rosimeire e Eduardo. A idéia inicial era atravessar São Paulo ainda à noite e não pegar engarrafamento, seguindo pela Regis Bitencourt pela manhã, comemoram muito quando viram a placa “Bem Vindo ao Paraná”, afinal tinham atravessado dois estados.


O ex-atual namorado Roberto, Edna, Rosi e Eduardo

O GPS apresentou defeito e aí o grupo de amigos já se preparam espiritualmente e psicologicamente para se perderem muito pelas estradas a fora, por outro lado começariam a fazer contatos com pessoas durante a viagem. O “Vermelhinho Russo” apresenta o que poderia vir pela frente e resolve dar sinais de alerta, uma pane elétrica que logo voltou ao normal sem precisar mexê-lo.

GPS com defeito...


Depois do sufoco inicial aproveitaram a viagem passando belo litoral de Santa Catarina. Após o almoço o Eduardo assume a direção pela primeira vez, o Vermelhinho acostumado com os pés de anjo da Edna e da Rosi, fez “birra” e após o abastecimento simplesmente não pegou, segundo sinal. Normalmente a bobina do Vermelhinho Russo esquenta e aí tem que esperar esfriar, o frentista colocou um pano molhado para ajudar a refrigeração, “...e para nosso desespero um outro veio com um cabo de vassoura e começou a bater no alternador, ficamos apavorados...”


Edna Diniz - "Mulheres de Niva"


Ligaram para o seguro e esperaram muito, sabiam que era um probleminha simples, mesmo assim a seguradora enviou um reboque. Resolveram ir para Porto Alegre, Rosi e Eduardo dispararam milhões de e-mails para amigos no Rio de Janeiro perguntando sobre oficina para Niva na região. O Pai do Eduardo, além de não ajudar, fez uma piada: “porque vocês não aproveitam para vender o Niva???”...
Saíram do posto lá pelas nove horas da noite, tristes pelo Niva percorrer a “Infinita Highway” rebocado...
Consertaram o alternador e seguiram viagem. 30 km depois param para abastecer, e o mesmo problema, o alternador estava com o plug de conexão gasto, soltava toda hora, mesmo assim seguiram em frente...
Direto até Pelotas, abasteceram de gás pela última vez, 
“...até Buenos Aires e lá ainda dependeria de conseguirmos colocar o bico para abastecer lá, não usaríamos o gás, ele ficaria como reserva...”


Rosi pilotando...


Na fronteira com o Uruguai não tiveram problemas maiores, apresentaram a “Carta Verde”, documentos pessoais, documentos do carro e a permissão Internacional para dirigir.
‘...como o Edu não tinha permissão Internacional para dirigir, e o Roberto não dirige, só eu e a Rosi iríamos dirigir...”

Em Punta Ballena depois de seguir por 40 kms o carro começou a perder força, a Rosi que pilotava parou para eu dar uma olhada, Edna assumiu a direção e não andou 100 metros, o carro não pegou mais.
“...começamos a verificar as possibilidades, não era alternador pois a parte elétrica estava funcionando, não era o sistema de partida pois tudo respondia, o motor rodava, ele simplesmente não tinha força para andar...”


Onde as mulheres dominam a pilotagem, Edu é de reserva...


Conseguiram um mecânico “...olhou, perguntou e fez seu primeiro diagnóstico, é o carburador!”
“...tínhamos quase certeza que era o carburador mas eu achava que era só limpeza...”
“...mas tem que trocar? É possível trocar??? Tem carburador para o Niva???”
Respondeu o mecânico Luis Carrera: “...Si, si muitas peças do Niva, fácil, mas preciso de 1 dia...”
Perguntaram se ele tinha certeza e confirmado foram passear em Montevideu.

Reserva do Taim

dia 03/01 retornaram como combinado para pegar o carro no mesmo ponto, mas para a surpresa dos aventureiros o Carrera apareceu no seu carro.
“...era um atestado da sua capacidade de mecânico, o carro era um cacareco de um modelo indefinido, andava e rebocava, não tinha tanque de gasolina, com um ferrolho de porta de banheiro de botequim para fechar, a madeira da carroceria está toda estragada, com vários buracos, por isso pensávamos: se ele faz isso andar pode fazer qualquer coisa...”


Brasil / Uruguai


“O que aconteceu?” perguntava Edna.
“Não sei. Ele estava bom, mas na hora que eu vinha para cá ele não quis pegar...” comentava Carrera

Horas se passaram e nada. O mecânico não sabia qual era o defeito, achava que tinha que limpar pistões, etc... Dia seguinte após os casais revezarem em passeios e guardas das malas, finalmente pegaram o carro e seguiram viagem, mas por apenas 400 metros, após o Niva ir perdendo força ao subir a primeira ladeira, perdendo força, perdendo força e parando no cume.
“...fizemos a volta no muque, pegou no tranco na descida, mas quando chega em baixo o motor apaga novamente, a partir daí começa nosso desespero, várias pessoas param, fazem a mesma coisa, verificam alimentação (ok), Parte elétrica (ok)...”

Mais 5 horas para o Luis Carrera chegou para rebocar até sua oficina.
Dia seguinte após ataque de nervos da Edna, sentimento de ira e com lágrima nos olhos foram a Maldonado comprar duas peças o rotor e a tampa do Motor do distribuidor, que foram trocados e não adiantou, o problema persistia.

Pousada Chuí

Liberados para seguirem viagem, a Rosi e o Edu, aí foi a vez do casal Edna e Roberto discutirem a relação, “...queria que eu abandonasse o carro, que eu me convencesse que o carro não tinha mais jeito...”
Edna chorou, gritou, terminou o namoro por causa do “Ediberto ”, sabia decisão momentânea, afinal o tal namorado Roberto (meu xará), não dirigi, não entendi de mecânica...
Convencida a deixar o carro no Uruguai e ir até Buenos Aires relaxar, curtir a viagem, se distrair, “...na volta pensaríamos em o quê fazer com o carro...”.

Punta Del Leste

Na oficina Luis (tacanho internacional) Carrera afirmou que em 5 dias consertaria o carro, que apenas precisaria de tempo para pesquisar...
“...levar o carro pro Brasil seria o preço de outro...” - comentou sarcasticamente o tacanho.

Já em Buenos Aires, lá pelo dia 9 de janeiro, ligaram para Carrera, que informou, que o problema era numa caixa metálica, “...pediu para comprar na Argentina, não tínhamos a menor idéia do quê se tratava, e que seria a tal caixa de alumínio?...”

“...com essa notícia nossa paciência se acaba na mesma proporção que explode o nosso desespero...”

Quebrou...

“...aí eu tenho a feliz idéia de procurar ajuda. Deixo uma mensagem para o Grauçá no Orkut, a partir daí começa o trabalho do Betão, que faz uma ponte (virtual) com todos os Niveiros Brasileiros, que me ajudaram muito: Pedro Augusto Zanini, Rafael Louro, Leandro, Luis Cuica, Guttemberg, Gil, Edson, Emílio, Flugêncio, Calixto, João, Leandro, os citados e os não citados todos foram de suma importância para nossa sanidade mental...”

Edna a espera do reboque...


“...consegui no Niva Argentina alguns telefones de reboques...”
“...Pedro Augusto me deu seu telefone e falou para eu levar para Santa Maria...”
“...Rafael Louro do Rio Grande me ofereceu mecânico e ajuda, me aconselhou a levar para Chuí, eu estava em dúvida em que ponto sair do Uruguaí e isso foi muito importante...”
“...Luis Cuica nos indicou como chegarmos a Rota 9 o que era essencial para estarmos no caminho certo para Chuí, e não dependermos das informações do mecânico a essa altura estávamos muito desconfiados, mas depois vimos que ele realmente não agiu de má fé, pois preocupado ligou várias vezes para o cara do reboque, para saber se estava tudo bem depois que já estávamos no Chuí, o Luis Cuica me fez compreender a linha de pensamento do Luis Carrero e também que a tal caixa de alumínio era a caixa de ignição...”

deixando Punta Ballena...


“O importante é que ao mesmo tempo em que eu ia recebendo uma força de todos os Niveiros Brasileiros, ia me acalmando, e que seria possível levar o carro pelo menos até 400 kms depois da fronteira, e não sairia tão caro, esse passou a ser nosso objetivo.

“...gostei muito da idéia do Pedro Augusto de Levar para Santa Maria e deixar lá, depois voltar para buscar. Mas o importante era chegar no Chuí.”

“Roberto falou para eu guardar a máquina dentro da mochila, para evitar eu carregar muita coisa e perder, como sou teimosa e adoro tirar fotos, eu não quis, na hora de sair do taxi deixei a máquina cair, lá se foi para sempre as fotos que tirei na viagem...”

“...já em Punta Ballena preferimos telefonar e tentar a Carta Verde dica do Guttemberg, não consegui, por fim o Luis Carrera ligou para o Automóvel Club do Uruguaí a nosso pedido e conseguiu um valor que correspondia a todas as moedas que tínhamos no bolso convertido para o Peso Uruguaio foram 9.200,00 pesos Uruguaios ou seja R$ 920,00.”

Abastecendo de 60km a 60km...

“Nícolas outro personagem da viagem, o cara que dirigia o reboque, ele era muito legal, um Uruguaio que nasceu no Brasil, mas que foi registrado no Uruguai, ele é louco para conseguir provar que é brasileiro...”
“... tanque de combustível do reboque era pequeno tínhamos que parar a cada 60 kms para abastecer...”

Curiosidade brasileira, chegando a Chuí Edna foi apresentar os documentos do carro, não quiseram nem ver, anotou apenas a placa. “...Niveiro é muito confiável!...”

“...acessando a internet vimos que tinha uma dica do João sobre uma concessionária em Santa Vitória anotamos e ficamos mais felizes pensando que o problema do Niva poderia ser resolvido, e nisso o otimismo do Edson Vissotto foi muito legal, mas ao ler um comentário do Luis Cuica que a peça dificilmente estraga ficamos preocupados, dia seguinte quando chegamos na oficina o pior aconteceu. O diagnóstico era a parte de cima do motor, no mínimo 15 dias para consertar, na verdade o mecânico Tito era um ex-niveiro, e ex-niveiro é como ex-fumante, ou o cara é louco para voltar a fumar ou o caro enche o saco de todo mundo para parar de fumar, o caso do Tito é o segundo ele toda hora falava, o Niva é muito bonito, mas não presta, etc, etc... A solução é se desfazer...”

“Novos pedidos de socorro para os Niveiros, a irmandade unida ajudou novamente, o Calixto nos deu a dica das carretas, melhores que reboque, o Leandro nos deu o telefone do Transportadora Gabardo em Porto Alegre, o Calixto e o Pedro Augusto tinham oferecido lugar para deixar o Niva em Santa Maria e Pelotas, para mim era a melhor solução,deixaria o Niva depois consertaria e iria buscar, mas o Roberto foi contra, seria difícil voltar para buscar o Niva.”

“A Destak por R$ 1.000 a partir de Porto Alegre, sem cobrar taxa extra de carro quebrado, as demais cobram...”

Na oficina do Dino


“...seguimos no reboque para POA, pegamos um táxi e fomos para o aeroporto, chegamos no Rio de Janeiro no dia 14 uma sexta feira e caímos no samba, o Vermelhinho Russo só chegou na oficina do Dino 18 de fevereiro...”

“...o problema do carro era mesmo a parte de cima do motor, Dino foi desfazer toda tacanhice tinham feito na viagem, no dia 25 de fevereiro peguei o carro depois de quase dois meses sem vê-lo, quase morri de saudades...”

Dino e Edna

“O Vermelhinho Russo está pronto para pegar a estrada no primeiro feriado prolongado, será em abril, Semana Santa, vou a São Tomé das Letras só para matar a saudade da Estrada, mas já penso na próxima aventura internacional, Roberto meu namorado, já está quase convencido, vou tentar chegar ao Chile em 2012...”

“O que posso dizer é que tudo valeu a pena, não sou uma pessoa razoável, sigo o conselho de Charles Fourier que diz que cada pessoa tem que ter 10 vezes mais paixão. E uma das minhas grandes paixões é estar na Estrada com o meu Vermelhinho Russo...”

“Meu lema é: Vou aonde meu Niva me levar! E contando sempre com uma família de Niveiros.
Valeu companheiros, Valeu Betão!”
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Fotos:
Edna Diniz
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LADA NIVA VINYL WRAP


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sequência dos tópicos:
http://grauca4x4.blogspot.com/2011/02/motorex-meguiars-2010-lada-niva-probag.html
http://grauca4x4.blogspot.com/2011/01/kgb-56-em-v8-o-lada-niva-tunado-da.html
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11 de mar. de 2011

Ressaca do Carnaval


O Grauçá aproveitou a ressaca do carnaval para voltar a sua primeira casa, ou seja, visitar a fazenda a qual pertencia, a Fazenda Sulamérica, no município de Canavieiras, a 14 km da sede.




Sob o rio Pardo...





Betão aguardando o fechamento da cancela...




Chegando a fazenda Sulamérica...




Palmeiras imperiais de mais de 30 anos dão charme especial a fazenda...




Foi um dia maravilhoso em família, com direito a banhos no Rio Pardo, comidas saborosas oferecidas pelos anfitriões tio Edson e tia Tereza, além de conversas agradáveis e culturais.






Grauçá pousando ao lado das palmeiras imperiais com mais de 30 anos de existência, particularidade que enobreci a fachada da sede da fazenda.





As meninas admiram a natureza...   Souberam aproveitar bastante o passeio...
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6º Jeep Cross de Valente - Bahia

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7 de mar. de 2011

NIVA Historik

Entre os dias 3 e 4 de junho de 2011, será realizado no Park Jardins Milland, o grande primeiro encontro "NIVA Historik! Aberto a todos os LADA NIVA, mas com preferência para os idosos, este evento único, organizado pelo SIFA 4x4, em estreita parceria com LADA France SAS, em destaque a eleição por um júri composto de profissionais (jornalistas, pilotos, distribuidores LADA ...), onde elegerão os mais belos e diferentes Lada NIVA.



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Fontes:
http://www.sifa4x4.com/  
http://www.lesjardim-de-milandes.com/  
http://www.ladainfo.skyrock.com/
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5 de mar. de 2011

Pato Assado


Pato Médio (2,5 kg)
Sal a gosto;
Pimenta Cominho;
Alecrim;
Magericão.

Comece assar pelo lado da pele...

Tempo de Assar: 1h e 15min.

Sirva quente...
bom apetite!



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3 de mar. de 2011

Adaptação Lanterna (Pisca) Caminhão VW

Anteriormente havia comprado 2 pares de lentes originais da Rússia, dianteira para luzes de estacionamento e pisca frontal, e traseira para stop, estacionamento, pisca e ré.


Para minha surpresa o Grauçá ficou sem garagem por aproximadamente 90 dias, o sol do nordeste, na Bahia, em Canavieiras, castigou o Niva, e aconteceram fatos interessantes, ambas as lanternas não resistiram ao calor e se estragaram, a traseira do lado direito perdeu parte da lanterna, descolou e caiu com a vibração dos paralelepípedos, as dianteiras também na parte dos parafusos, então a saga começou pela urgência.
Primeiro comprei outro par de lanternas traseiras novas, na mão do Camarada Emerson Bazi, que recebi com lados iguais, esquerda, consegui trocar com o fornecedor Jossano, muito prestativo por sinal, profissional.
Porem, as dianteiras teria que esperar aproximadamente uns 40 dias ou mais, daí tratei de fazer uma gambiarra provisória e horrível, com acrílico de box de banheiro, nem fotografei com vergonha...
Então o amigo Emerson deu uma sugestão valiosa: “por que não faz uma adaptação do tipo Natal 4x4?”
Eu pensei, por que não?!
Será que tiraria muito a originalidade do Niva?!
Pesquisei e achei o link sugerido do Emerson e do Natal 4x4:
"Novas Lanternas Direcionais do Niva"




Segui as instruções quase a risca, visto que, não havia encontrado a lanterna sugerida da adaptação: GF 0.184
No mercado de autopeças havia várias marcas genéricas, e todos os balconistas diziam: “essa lanterna é praticamente universal para os caminhões Volkswagen”
Então investi na: Sinaleira dianteira/Função de pisca;
Lente em plástico básico;
Cristal com cúpula interna de policarbonato amarelo;
Com soquete interno e terminais (1 pólo);
Aplicação universal e adaptações;
Aplicação Volkswagen;
Referências Lanternas: T11 953 041 (AM) e TAC 953 041 (CR);
Referências lentes: 2TA 953 161 (CR) e T12 953 141 (AM);
Amarelo (AM) ou cristal (CR);


Foto do Site Natal 4x4  

Instalação...


A adaptação foi realmente bem simples, quase plug-and-play, e diferente da GF 0.184, maior um pouco e sem espaço para a segunda lâmpada, mesmo assim, segui as instruções do Natal 4x4 removendo a lanterna antiga da carcaça plástica, fizemos dois furos para a fixação dos novos parafusos como sugeria, substitui-os por novos com 60mm de cumprimento, porca e arruela, e não coloquei os dois calços sugeridos, visto que gostei de cara do resultado final.

Resultado final...



Custos:
Par de Lanternas Caminhão VW: R$ 36,00
Lâmpadas 2 pólos (R$ 1,50 unidade): R$ 3,00
Soquetes para lâmpadas de 2 pólos (R$ 2,00 unid.): R$ 4,00
Parafuso, porca e arruela (R$ 0,45 unid): R$ 1,80

Total Material: R$ 44,80

Revisão de Elétrica: R$ 30,00
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Fontes:
Camarada Emerson Bazi – Ipuaçú/SC
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1 de mar. de 2011

8 de Março! Viva as Mulheres e seus incríveis Russos!

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a idéia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto. No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.



No ORKUT desde 12 de julho de 2005 na ativa, hoje são 441 membros na comunidade "Mulheres de Niva", mas nem todos são mulheres, exitem homens como eu que apoia: MULHERES DE NIVA (facebook): https://www.facebook.com/mulheresdeniva
Mulheres de Niva (Orkut)  http://www.orkut.com/Community?cmm=3366796&hl=pt-BR    

“Não somos muito econômicas, mas somos poderosas e resistentes. Não somos nada silenciosas, mas superamos facilmente os obstáculos. Não temos uma mecânica muito simples, porém saímos da lama e ainda "guinchamos" quem precisa de ajuda. Não somos nada lentas, somos fortes e fazemos o que tem que ser feito, mesmo que á 40km/h. Somos destemidas, valentes e nossa aerodinâmica é mesmo assim, VOLUPTUOSA. Mulheres e Nivas: Qualquer semelhança é mera realidade!!!" – por Danie 


JORNAL do BRASIL - domingo, 13 de abril de 2008 (Matéria sobre as “Mulheres de Niva”)

Niva, o sedutor incorrigível
Jipe russo vira o queridinho das mulheres, tanto nas ruas quanto nas aventuras off road.
Por Antonio Puga

Os franceses sempre tiveram a fama de grandes sedutores. Mas há um russo que mesmo sem o charme e o savoir faire do rival, também arrebata corações femininos. Esse Don Juan de meia-idade é o Lada Niva, jipe russo com tração integral feito para as péssimas estradas da extinta União Soviética, que chegou ao Brasil no início de 1990 como símbolo da abertura do país às importações. Passadas quase duas décadas, o utilitário desbancou tradicionais 4x4 na preferência das mulheres que gostam de off road. Explicar essa paixão por um modelo que parou de ser importado é quase impossível. Há até uma comunidade no Orkut denominada Niva Terapia, criado pela terapeuta holística Kamala Aymara, 26 anos, niveira confessa e assumida.
– “Aprendi a dirigir no Niva do meu pai. Foi uma experiência marcante, porque decidi que um dia teria um. Há um ano comprei com meu namorado um modelo 1993, que passou por algumas modificações, como a instalação de GNV. Quero ver se mais à frente compro outro, só para adaptar motor diesel. Já a idéia de criar o Niva Terapia surgiu durante minhas pesquisas na internet. O projeto alia minha profissão com o prazer das trilhas no jipe” – revela Kamala, que se prepara para aventuras mais ousadas com o companheiro, enfrentando todo tipo de terreno.
Outra enamorada pelo carro é a professora Cláudia Guilherme Moura, 40 anos, que há cinco meses realizou seu sonho de consumo ao ganhar de presente do marido um modelo de 1991 todo original.
– “Desde a primeira vez que vi o Niva me apaixonei. Era diferente, com aquele desenho quadrado. Passei a procurar na internet, li tudo sobre o carro, entrei em fóruns de niveiros (há várias comunidades). Fiz questão de manter meu carro como vem de fábrica. Procuro peças através de sites e só faço trilhas leves. Tenho o maior cuidado – diz a professora, que não o vende por nada.”


1º Encontro de "Mulheres de Niva"


Estilo de vida
Mais do que uma paixão, ter um Niva é adotar um estilo de vida diferente. Nada de competir em acessórios e modelos mais sofisticados nas trilhas. É poder desfrutar da natureza e fazer amigos, garantem as Mulheres de Niva. É o caso da bióloga Ana Carla Costa, 38 anos, que encontrou no jipe o prazer de andar de carro em caminhos ruins.
– “Sempre gostei de fazer trilhas, tanto que detonei três Uno em viagens. Há um ano comprei meu Niva ano 1991. É o carro no qual me encontrei e com o qual ganhei novas amigas” – descreve Ana Carla.
A dona do jipe, que pretende fazer curso de mecânica, conta ainda que fez uma longa pesquisa, leu o manual (fato comum entre elas) e providenciou modificações. A direção, que é pesada, foi trocada por uma hidráulica, de Opala. Para melhorar o consumo – 7 km por litro – fez a conversão para o GNV. O freio a disco veio do Siena, o carro ganhou ignição eletrônica, faróis de Kombi, vidros e travas elétricas.
Não são só as amantes de natureza que se deixam seduzir por esse russo cujo grande atributos é aceitar peças de outros carros sem comprometer seu desempenho. A publicitária Patrícia Pinheiro Nogueira, 33, resolveu um problema.
– “É um carro que me atraiu não só por sua altura, me deixa mais poderosa e sempre foi um desejo antigo. Sem contar que o preço é mais acessível do que outros 4x4 (a média é R$ 7 mil). Muitos amigos foram contra a minha escolha, inclusive por ser um carro antigo e haveria dificuldade em encontrar peças. Mas valeu a pena. Os niveiros são pessoas que se ajudam e estão sempre prontos a prestar socorro com peças ou conserto. Eu o uso no dia-a-dia” – garante.

2º Encontro de "Mulheres de Niva"





 O Grauçá antecipa homenagem porque 8 de março é a terça-feira do carnaval, mas lembra que já fez outras homenagens,  desde a MUSA do Grauçá (http://grauca4x4.blogspot.com/2009/02/mulheres-de-niva-musa.html), na sequência recebi um e-mail de uma Niveira declarando-se apaixonada desde criança (http://grauca4x4.blogspot.com/2010/07/mulheres-de-niva-dos-7-aos-20-anos-uma.html), em seguida apresentei a Niveira, modelo e apresentadora de TV: (http://grauca4x4.blogspot.com/2010/07/mulheres-de-niva-simone-beltramini.html), e destacamos a entrevista virtual com simbologia da mulher Niveira offroad (http://grauca4x4.blogspot.com/2010/11/mulheres-de-niva-entrevista-com-niveira.html), que detem 4 finalistas ao Niva do ano, e como não poderia deixar passar em branco essa data tão importante para nossas mulheres, então, lanço um vídeo/fotos comemorativo: 8 de Março, dia internacional das "Mulheres de Niva"






Agradecimento especial as "Mulheres de Niva", por existirem e terem confiado na seriedade do blog do Grauçá enviando e autorizando fotos.

PARABÉNS!!!
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Fontes:


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NIVA do Mês de Março de 2011 - Mulheres de Niva

Dando seqüência ao ano 2011 das mulheres, continuo a homenageá-las com certeza!


Portanto as candidatas do mês de Março de 2011, também serão exclusivamente de MULHERES de NIVA e só russos “Branquinhos”!

Votem no “Lada NIVA” do Mês na enquete ao lado, você tem 7 (sete) opções de amigas Niveiras e suas máquinas russas “branquinhas”.









O GRAUÇÁ apresentará as mais queridas (votadas) da galera, vamos eleger o “Lada NIVA do Mês” no Blogger do Grauçá. Participem da enquete escolhendo entre as sete amigas niveiras, se preferir justifique.

No final do ano em dezembro faremos o “NIVA do ANO” no blogger do Grauçá, com certeza quatro delas estarão lá!!!

Teremos como candidato(a)s o(a)s eleito(a)s de todos os meses, com exceção de dezembro que ocorrerá a eleição do Niva do Ano!

O Critério do Niva do Mês é um só: mande sua foto que publicaremos e os visitantes votam...

“Solta O Burro, Solta O Burro!!!”
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